Cobertura móvel
A unidade vai para a frente ativa e volta quando a frente muda. Uma frota pequena cobre uma planta inteira ao longo do ano.
Unidade autônoma de vigilância para mineração, rodovia, parque solar e eólico, e obra de infraestrutura. Sem rede elétrica, sem cabeamento, reposicionável.
Perímetro extenso, várias frentes ao mesmo tempo e um CFTV fixo que foi projetado para a planta como ela era há cinco anos. Toda frente nova fica descoberta — e é sempre a frente nova que tem material solto, equipamento parado e acesso improvisado.
Além do patrimônio, há o registro: auditoria, seguradora e investigação de incidente pedem imagem, e imagem só existe onde havia câmera.
Ampliar o CFTV até a frente nova significa projeto elétrico, liberação e prazo — quase sempre mais longo que a duração da própria frente.
Frentes móveis, câmeras fixas
A operação avança pela área; a infraestrutura de imagem fica onde foi projetada.
Ampliação depende de energia
Cada ponto novo entra na fila do projeto elétrico e da liberação interna.
Área remota sem ramal
Bota-fora, pilha de estéril, subestação em obra, trecho de rodovia: sem rede por perto.
Registro exigido, imagem inexistente
Auditoria e seguradora pedem gravação de onde ninguém instalou câmera.
A unidade vai para a frente ativa e volta quando a frente muda. Uma frota pequena cobre uma planta inteira ao longo do ano.
Não entra no projeto elétrico, não depende de ampliação de quadro e não fica parada esperando liberação de energia.
Se você já opera uma central de monitoramento, as câmeras da torre passam a ser mais um ponto nela — integração, não substituição.
A mesma imagem que registra invasão registra a movimentação em área de risco e apoia a apuração de incidente.
Frentes que ficam fora do CFTV fixo e concentram risco:
Frente de obra dentro da planta. Montagem, ampliação e parada programada, onde há material e equipamento solto.
Perímetro sem cobertura. Divisa extensa, trecho de cerca afastado, acesso informal conhecido.
Pátio de equipamento e almoxarifado de campo. Onde está o que tem valor de revenda.
Área remota de operação. Bota-fora, subestação, trecho de rodovia, parque em construção.
Não achou a sua? Chame no WhatsApp — a gente responde rápido.
As câmeras da torre podem entrar na central que a sua empresa já opera. Fale com a nossa engenharia com os dados da sua central para confirmarmos a integração.
Sim. Para múltiplas unidades trabalhamos com contrato anual e condição específica. Fale com a engenharia com a quantidade estimada e as áreas a cobrir.
Sim. Peça pelo formulário e enviamos a documentação disponível junto com a proposta.
A área monitorada deve ser sinalizada e o acesso às imagens fica com a sua empresa, que define quem pode ver e por quanto tempo a gravação é mantida.
De 24 a 72 horas entre o aceite e a torre operando, conforme a distância. Para frota, o cronograma é combinado na implantação.
Não. A torre gera a própria energia e não é fixada no solo, então não entra no projeto elétrico da planta.